Não conheço, não adiciono!

Postado em 04 outubro 2012 by admin

Sequestradores escolhem vítimas pela internet

A mídia deu destaque de um caso de sequestro que aconteceu em 2010. Um estudante de 19 anos é mantido refém em uma casa, a 150 quilômetros de Sorocaba, em Ilha Comprida, Litoral Sul Paulista.

Nove sequestradores foram presos. O que chamou a atenção da polícia nesse caso foi a forma como os sequestradores descobriam o perfil e a rotina das vítimas: a quadrilha escolhia as pessoas sem sair de casa. Tudo era feito pela internet.

Segundo a polícia, os criminosos passavam horas e horas em sites de relacionamento, à procura de pessoas com sinais de riqueza. Os sequestradores olhavam principalmente as fotos, para saber, por exemplo, como era a casa da família e se a possível vítima fazia viagens para o exterior.

Vejo muitas pessoas nas redes sociais adicionando outras pessoas que nem ao menos conhecem apenas para ter uma lista de amigos enorme passando-se por popular, dando de mão beijada todas as informações que os criminosos precisam para agir.

O perigo de aceitar “amigos” online estranhos é justamente saber se este estranho é quem realmente se diz ser. Os criminosos já perceberam o potencial de informações que usuários deixam à disposição em seus perfis colocando em risco sua integridade física e de seus familiares

Coletam essas informações e acabam descobrindo quais os interesses das pessoas, localização, movimentos e se estão fora de casa.

Na duvida, e melhor reter a informação, qualquer rede social hoje, tem controles de privacidade, onde você pode definir quem vai poder ver tal conteúdo, quem vai poder visualizar tais fotos desta forma só aquelas pessoas que você realmente conhece, que não vão comprometer você de nenhuma forma tenham acesso.

Por Mosiés de Oliveira Cassanti

 

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