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Kits para pratica de crimes virtuais custa apenas US$ 50

Postado em 14 novembro 2012 by admin

DDoS 150x150 Kits para pratica de crimes virtuais custa apenas US$ 50Uma pessoa interessada em realizar algum golpe virtual pode encontrar todas as ferramentas na internet. Programação e venda de software, venda de servidores dedicados, hospedagem, ataques de negação de serviço são alguns dos crimes que podem ser comprados em sites ilegais por cerca de US$ 50.

Um estudo realizado pela Trend Micro, com dados coletados em fóruns online e serviços utilizados por cibercriminosos russos, revelou quais são as principais atividades criminosas buscadas na web.

É possível encontrar serviços de crackers profissionais, comprar códigos maliciosos, planejar ataques, entre outros, com um baixo investimento de cerca de 50 dólares.

Segundo a empresa, um criptógrafo de ponta, por exemplo, com vários add-ons custa de 30 a 80 dólares. Já planejar um ataque de negação de serviço de um dia custa de 30 a 70 dólares.

Alguns também focam em adquirir malware. A instalação do botnet (rede zumbi) ZeuS, por exemplo, custa de 35 a 40 dólares. Já um código fonte de Trojan para venda custa 50 dólares.

Além disso, a Trend Micro identificou que preços acima de 50 dólares seriam para serviços mais sofisticados. Os cibercriminosos também podem realizar testes com uma ameaça contra software produzidos por empresas de segurança digital.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/crackers-realizam-crimes-gastando-apenas-us-50

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lei de crimes na internet

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Um Terço dos Internautas Brasileiros não sabem o que são Crimes Virtuais

Postado em 01 novembro 2012 by admin

lei de crimes na internet 150x150 Um Terço dos Internautas Brasileiros não sabem o que são Crimes VirtuaisCerca de 36% dos usuários brasileiros não entendem corretamente quais os riscos que um crime virtual pode proporcionar para a segurança online, incluindo pessoas que utilizam desktops, notebooks, smartphones e tablets. Os dados são de uma pesquisa realizada pela desenvolvedora de softwares para segurança virtual Norton, chamada “Norton Cybercrime Report 2012”. O levantamento analisa diversos aspectos do mundo virtual.

Além disso, o estudo também aponta que cerca de 42% das pessoas que utilizam equipamentos eletrônicos no Brasil não sabem que os malwares são capazes de roubar informações de forma discreta.

Segundo a análise da empresa, um dos cibercrimes mais comuns é a utilização de links falsos ou sites maliciosos, que incentivam o internauta a clicar na página e assim capturam as informações pessoais de quem está navegando.

O resultado da falta de conhecimento de segurança virtual dos usuários brasileiros é a quarta posição do Brasil em um ranking de prejuízos relacionados aos delitos virtuais. Totalizando perdas de US$ 15 bilhões (cerca de R$ 30,4 bilhões), mais de 28 milhões de internautas brasileiros  já sofreram algum tipo de dano no mundo da tecnologia apenas nos últimos 12 meses.

Senado aprova projeto que torna crime invadir computadores e clonar cartões

O Senado aprovou nesta quarta-feira (31), em votação simbólica, o substitutivo do relator Eduardo Braga (PMDB-AM) ao projeto de lei que tipifica os crimes na internet. A proposta altera o Código Penal, introduzindo crimes como o de invasão da rede de computadores ou de equipamentos, como ocorre com a clonagem de cartões de crédito em postos de gasolina e outros estabelecimentos comerciais. As penas variam de 3 meses a 3 anos de detenção, mais multas.

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Comissão aprova versão reduzida de projeto sobre crimes na internet

Postado em 25 maio 2012 by admin

Relator da proposta retirou 17 artigos e aprovou apenas 4 e alega que cortes foram feitos para que lei ‘não fique obsoleta no curto prazo’

Alvo de polêmicas, o projeto que tipifica crimes na internet, o mais antigo em tramitação na Câmara, foi aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, mas em uma versão bem reduzida. O relator, deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), defensor do substitutivo do Senado ao projeto de lei 84/99, retirou da proposta original 17 artigos. Com isso, apenas quatro foram aprovados na comissão na última quarta-feira (23).

O relator afirmou que a mudança foi necessária para viabilizar a aprovação da proposta. “A parte retirada precisa de aperfeiçoamentos, tanto para garantir que a liberdade na internet continue sendo ampla, quanto para ampliar os níveis de segurança dos cidadãos em uma norma que seja duradora e não fique obsoleta no curto prazo”, afirmou.

De acordo com Azeredo, os dispositivos retirados poderão ser incluídos, com nova redação, em outra proposta: o PL 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que foi aprovado na Câmara semana passada e agora será analisado pelo Senado.

Alguns dos crimes previstos na versão anterior, e retirados por Azeredo, são: a obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação; e divulgação, utilização, comercialização e disponibilização de dados e de informações pessoais contidas em sistema informatizado com finalidade distinta da que motivou seu registro. Outro ponto polêmico retirado se refere à guarda dos dados de logs (dados de conexão) dos usuários pelos provedores.

A mudança feita pelo relator acontece depois de anos de intensas discussões na Câmara. A versão original do texto chegou a motivar um abaixo-assinado de 350 mil nomes repudiando a proposta. Segundo organizações sociais, o texto seria uma grave ameaça aos direitos e liberdades na internet.

Versão aprovada

O texto aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia tipifica no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e no Código Penal Militar (Decreto-Lei 1001/69) condutas criminosas praticadas por usuários de internet.

Uma delas é a utilização de dados de cartões de crédito ou débito obtidos de forma indevida ou sem autorização. A proposta equipara essa prática ao crime de falsificação de documento particular, sujeito à reclusão de um a cinco anos e multa.

A proposta inclui ainda no Código Penal Militar punição para a divulgação de dado eletrônico em tempo de guerra que favoreça o inimigo, prejudique operações militares ou comprometa a eficiência militar do País. A punição para o crime varia de 20 anos de reclusão, em grau mínimo, à pena de morte, em grau máximo.

Racismo

“Foi introduzida também uma nova previsão na lei de combate ao racismo (7.716/89) para obrigar que mensagens com conteúdo racista sejam retiradas do ar imediatamente, como já ocorre atualmente em outros meios de comunicação, seja radiofônico, televisivo ou impresso”, explicou Azeredo.

No último dia 16, a falta de lei específica para crimes na internet não impediu que a Justiça condenasse a estudante de direito Mayara Petrus por ofender nordestinos na rede social . O Ministério Público Federal denunciou a estudante por crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional.

No caso do racismo a legislação já prevê pena de reclusão de dois a cinco anos e multa, quando o crime é cometido por intermédio dos meios de comunicação, incluindo os digitais.

Delegacias especializadas

O texto aprovado também estabelece que os órgãos da polícia judiciária deverão criar delegacias especializadas no combate a crimes praticados por meio da internet ou por sistema informatizado.

Para Azeredo, a proposta confere mais segurança a quem faz uso da internet com qualquer fim, seja ele pessoal, acadêmico ou profissional. “Esses pontos que aprovamos, do ponto de vista da tramitação parlamentar, estão mais avançados, uma vez que dependem apenas da aprovação do Plenário da Câmara para ir à sanção”, defendeu.

Tramitação

O projeto, que tramita em regime de urgência, ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado em plenário.

Com Agência Câmara

fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-24/comissao-aprova-versao-reduzida-de-projeto-sobre-crimes-na-inter.html

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Cuidado na internet

Postado em 15 abril 2012 by admin

Não é só os casais que trocam senhas que devem tomar muito cuidado na internet. Os perigos da rede são para todo mundo. Mais do que exposição desnecessária, confiar demais em sites de relacionamento pode dar brecha para algo muito pior. Continue Reading

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Crimes na Internet

Postado em 21 outubro 2011 by admin

Infelizmente, temos verificado que, juntamente com as vantagens trazidas pela
Internet, esse incrível meio de comunicação também tem sido utilizado para a
prática de crimes.
O avanço tecnológico tem proporcionado o incremento dos crimes comuns (furto,
estelionato, ameaça, extorsão, pornografia infantil etc.), de forma a possibilitar
que os delitos virtuais cresçam na mesma proporção desse avanço tecnológico.
É importante saber que a legislação vigente pode ser aplicada aos crimes
eletrônicos na maioria dos casos. Além disso, é perfeitamente possível descobrir Continue Reading

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