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Postado em 08 abril 2013 by admin
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Postado em 28 fevereiro 2013 by admin
Por dia, quase 6 mil brasileiros são vítimas de fraudes. Uma pessoa a cada 14,8 segundos tem os dados pessoais usados por criminosos para conseguir crédito, empréstimos ou abrir empresas. Em 2011, foram 1,96 milhão de casos, em 2012 esse número chegou a 2,14 milhões, maior índice desde 2010. As empresas líderes em registros são as seguradoras, construtoras e telefônicas. Os dados são do Serasa Experian de Tentativas de Fraudes.
A Serasa foi criada em 1968, por iniciativa da , como ação cooperada entre bancos, para padronizar relatórios e formulários, criando uma ficha cadastral única, permitindo assim rapidez nas decisões bancárias e controle do sistema financeiro. A ficha unificada representou redução de custos administrativos para os bancos associados e, em consequência, para os seus correntistas. Em 2007, o grupo irlandês Experian comprou o controle da Serasa, que passou a chamar-se Serasa Experian.
O setor de Serviços responde por 35% dos registros de fraudes; a telefonia por mais 35%; os bancos e financeiras por 18%. O indicador aponta que houve queda nas fraudes nos bancos. Eram 18% em 2012; 26% em 2011 e 28% em 2010. Com a popularização da internet, os números de fraudes crescem mais nos setores de telefonia e serviços.
Não é tão comum o consumidor verificar a segurança e credibilidade dos sites, mas é comum fornecer dados pessoais em cadastros na internet. Com esses dados, qualquer cidadão pode abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito, fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas e até abrir empresas, o que caracteriza crime de estelionato e falsidade ideológica. Para se prevenir, não se deve fornecer dados a estranhos, nem por telefone, nem para pesquisas e promoções, muito menos nas redes sociais.
As principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador da Serasa Experian:
As tentativas de fraudes foram alertas que a Serasa Experian identificou e informou aos seus clientes durante as realizações de consultas feitas à base de dados da companhia. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude reflete o resultado do cruzamento de três conjuntos de informações: total de consultas mensais a CPFs, estimativa de risco de fraude e valor médio das que ocorreram.
A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio: prospecção, desde a prospecção até a recuperação.
A pesquisa revela a importância de o consumidor adotar cuidados simples em seu dia a dia, como:
O consumidor pode, ainda, consultar gratuitamente o seu CPF em uma das agências da Serasa Experian em todo o país, e no caso de constatada fraudes ou lesões a direitos, é imprescindível procurar por um advogado especialista.
Fonte – http://itweb.com.br
Postado em 15 setembro 2012 by admin
Você sabe o
que são Crimes Virtuais?
Crimes virtuais são os delitos praticados através da internet que podem ser enquadrados no Código Penal Brasileiro levando a punições como pagamento de indenização ou prisão.
O maior incentivo aos crimes virtuais é dado pela falsa sensação de que o meio digital é um ambiente sem leis. Muito se fala sobre a carência de um conjunto de normas-sanção. É importante saber que quando o computador é uma ferramenta para prática dos delitos suscita a possibilidade de se amoldar os mesmos aos tipos penais já existentes.
Conheça Algumas Condutas criminosas que possui enquadramento no âmbito penal:
Muitos ainda são praticados pela raridade da denúncia, enquanto isso acontecer os crimes continuará aumentando. Você também pode colaborar ajude-nos a divulgar nosso Blog curtindo nossa página no Face e seguindo-nos no Twitter assim você também ajuda a propalar conhecimento e colabora para o bom uso da Internet.
Moisés de Oliveira Cassanti
Postado em 26 agosto 2012 by admin

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (23) pela Fecomercio de São Paulo mostra que quase 63% dos paulistanos fazem compras pela internet, crescimento de 11 pontos percentuais em relação ao ano passado. A maioria das pessoas é atraída pela praticidade da rede e, muitas vezes se esquecem dos cuidados necessários para esse tipo de operação.
Os homens sãomais suscetíveis a essas práticas (15,59%), enquanto 10,15% das mulheres disseram já ter sido vítima desse tipo de delito. “O consumidor está mais vulnerável por seu comportamento. O acesso está aumentando, mas ele não toma os cuidados necessários desegurança ao abrir e-mails suspeitos, por exemplo”, afirma a assessora econômica da Fecomercio-SP, Kelly Carvalho.
O crime virtual mais comum apontado pelos internautas foi a não entrega do produto comprado (28,13%), seguida pela clonagem de cartão (21,09%). “Em geral, os consumidores acabam adquirindo produtos de empresas desconhecidas. Antes de comprar, é importante buscar informações sobre a loja em sites de reclamações e órgãos de defesa ao consumidor”, diz Kelly. Outra dica é desconfiar de ofertas milagrosas por e-mail.
Após ter sido vítima de um crime eletrônico, 27,34% dos usuários não voltaram a realizar compras pela internet. Segundo a pesquisa, o total de pessoas que usa algum software de proteção, como os antivírus, subiu de 76,85% para 79,86% em um ano. “Mas não adianta nada se o programa não estiver atualizado ou não for original. O consumidor continuará em risco.” O Boletim de Ocorrência foi realizado por 24,22% das vítimas, e 14,06% procuraram o Procon.
Quando o assunto é internet, fechar as “portas” do computador ainda é a melhor forma de evitar os criminosos. Uma dica simples, mas que funciona sempre, é mudar constantemente as senhas de acesso. “Não use a mesma senha para tudo, porque se alguém utilizar uma técnica de engenharia social e descobrir uma única senha vai descobrir de tudo o que você utiliza”, alerta o delegado José Mariano Filho.
Evitar clicar em arquivos que chegam por mensagens, pelas redes sociais e até no celular também é essencial. Outras atitudes importantes são não gravar informações do cartão de credito em nenhuma página de compra e manter o antivírus atualizado.
Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), é preciso uma punição mais severa para quem comete crimes virtuais. “O uso indevido das informações para obter uma vantagem financeira tem que também ser criminalizado, mas o simples acesso indevido deve ser criminalizado”, diz Murilo Portugal, presidente da Febraban.
Postado em 23 julho 2012 by admin
A PM vai contar até o fim do ano com um software que vai rastrear e “dedurar” diversas ações criminosas nas redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, segundo o Jornal da Tarde.
Com isso, a PM espera dificultar a organização de briga entre torcidas ou o planejamento de ataque homofóbico.
“Criamos um software para interpretar tipos de informação, e depois esse conteúdo será transmitido para o policial”, afirma o tenente-coronel Alfredo Deak Junior, chefe do Departamento de Processamento de Dados da PM. A medida deve agilizar o serviço. Atualmente, em dias que antecedem partidas de futebol, PMs fazem, manualmente, pesquisas na internet.